Evolução do LMS

Evolução do LMS

As plataformas de gestão da aprendizagem, conhecidas como LMS (Learning Management System) evoluíram bastante desde seu surgimento no final dos anos 90. Veremos quais foram seus principais estágios de evolução e descreveremos brevemente o que está acontecendo e o que está por vir.

Os créditos originais do modelo que apresentaremos pertencem a Bersin by Deloitte, aqui fizemos pequenas adaptações para facilitar o entendimento.

O primeiro estágio é denominado E-learning e marca a primeira geração de LMS. Naquela época o LMS era um grande repositório, sinônimo de catálogo de cursos online, como se fosse uma universidade virtual. A filosofia da época era que o design instrucional adaptasse o conteúdo ao novo formato e os usuários enxergavam tudo isso como sendo opções de autoestudo e de aprendizagem online, sobretudo assíncrona. Assim, o LMS era visto apenas como uma plataforma de e-learning.

No segundo estágio, as principais empresas provedoras destas ferramentas buscaram novas oportunidades para atender a demanda da área de Recursos Humanos das organizações clientes. Assim, expandiram o conceito do LMS como ferramenta de gestão do e-learning para uma plataforma de gestão de talentos que oferecesse a integração com subsistemas de avaliação de desempenho e de carreira.

Os conteúdos que estavam desagregados passaram a ser organizados em trilhas de aprendizagem para facilitar o processo de onboarding, a formação funcional e o desenvolvimento contínuo em diversas competências, passando a serem vistas pelos usuários como formas de cumprirem seus PDI e direcionar seu desenvolvimento profissional. Também, novas funcionalidades, como por exemplo as comunidades, permitiram a expansão do conteúdo para uma lógica de aprendizagem mais híbrida e social.

No terceiro estágio, o da aprendizagem contínua, a evolução tecnológica e sua respectiva popularização, bem como as novas abordagens na aprendizagem no ambiente de trabalho trouxeram novas características às ferramentas, obviamente sem perder as características anteriores que tiveram sua própria modernização.

O aumento da velocidade da internet, das redes internas e da conexão dos celulares possibilitaram que os objetos educacionais baseados em elearning cedessem espaço aos vídeos. Além disso, o computador deixou de ser o único meio de acesso e os LMS passaram a contar com Apps e versões mobile para serem acessados por smartphones. Por fim, a autoria do conteúdo passou a ser compartilhada e qualquer pessoa passou a poder colaborar, assim a curadoria se torna cada vez mais importante.

O modelo 70:20:10 traz uma nova lógica de design de aprendizagem, do “aprender para fazer” para o “aprender fazendo” e “aprender com os outros”, assim a necessidade dos colaboradores em contar com mais recursos de suporte ao desempenho, tornando a aprendizagem sob demanda e embutida no próprio processo de trabalho. Neste estágio, temos o LMS visto como uma plataforma de experiências e que contribui para a transferência da aprendizagem para a prática.

No quarto estágio, a aprendizagem digital, vivenciamos a transformação desta ferramenta e a ruptura de suas fronteiras. Em outras palavras, o ambiente único e logado deixa de ser exclusivo e passa a permitir realmente que a aprendizagem seja para qualquer um, a qualquer hora e a qualquer lugar, com cursos em todos os ambientes, de diversas fontes e na dosagem ideal, sobretudo em microlearning.

O padrão SCORM cede espaço ao Experience API (xAPI), também conhecido como TinCan, e o monitoramento da aprendizagem passa a ser em qualquer formato e em qualquer sistema, assim o LMS adquire como aliado o LRS, Learning Record Store, um sistema que coleta e armazena dados das diversas experiências de aprendizagem. E para desenhar estas experiências de aprendizagem, o design thinking tem sido adotado como um complemento do tradicional processo de design instrucional, o ADDIE. Como última característica, a adoção de dados fará com que o LMS seja um grande Netflix, com sugestão de cursos e experiências de aprendizagem conforme seu interesse e de pessoas como você.

Por fim, o próximo estágio, o da aprendizagem inteligente, tende a ser direcionado pela capacidade cognitiva e tornará o processo de aprendizagem ainda mais otimizado, personalizado e eficaz. Robôs atuarão na curadoria e no suporte da aprendizagem, oferendo ampla e assertiva assistência em todos os desafios do trabalho.

Como pudemos ver, a evolução tecnológica desta ferramenta tem ocorrido de forma cada vez mais rápida. Entretanto sua adoção efetiva nas organizações tende a ser influenciada por diversos fatores, como: o apego à ferramenta atual, o perfil dos aprendizes e a própria capacidade de adaptação da área de educação corporativa.

 

Fonte: Espresso3

O futuro da Educação é híbrido e começa em 2019

O futuro da Educação é híbrido e começa em 2019

Cada vez mais me convenço que o futuro de qualquer coisa ou área, no planetinha azul, é híbrido com uma dose de realidade aumentada e inteligência analítica (IA), que serão progressivamente incorporadas. Mas, o que merece destaque no nosso diálogo de hoje é que ele (o futuro) não SERÁ híbrido: ele já é híbrido e você (talvez) ainda não tenha se dado conta em como isso já está no seu dia a dia.

Vamos abrir os olhos e dar uma boa analisada na praia da Educação, que é onde eu surfo melhor?

O que tem marcado influência nas transformações que acompanhamos pelo mundo, basicamente, é o fato de as gerações estarem se sucedendo nos espaços sociais e profissionais, e exercendo sua influência sobre eles.

Aos poucos, jovens que cresceram digitalmente vão chegando às salas de aula, ao mercado de trabalho, às universidades. Eles trazem para esses espaços comportamentos diferentes em relação às gerações que chegaram aos mesmos espaços, antes deles. E, em breve, a eles se somarão também os que nasceram digitalmente.

 

Nossa primeira regra para exercitar o futurismo é conhecer a história e os desdobramentos relevantes para o atual status quo. Por ser docente há três décadas – e, (obviamente!), não ser nativa digital – ter vivido todas as transformações que o mundo do trabalho sofreu, nos últimos 30 anos, foi um exercício de superação de conceitos, práticas e paradigmas. Além disso, foi necessário desenvolver novas trilhas mentais e uma nova maneira de observar, analisar e concluir sobre o mundo que me cerca e onde atuo, profissionalmente.

Novamente o mundo muda, mas dessa vez estamos vivendo uma era de mudanças, mas passamos a viver, interagir e trabalhar em uma “mudança de era”. Esse é o atual status quo. Não, não é uma questão de trocadilho ou semântica: é um fato que não pode ser deixado de lado.

Mas, porquê mesmo o futuro da Educação é híbrido?

Os elementos relevantes para esse status quo, e que são a base para traçar um raciocínio futurista, envolvem:

(1) o mindset do novo século (mentalidade, ou ainda, forma de ver o mundo e as coisas) inegavelmente tecnocêntrico mas, quase paradoxalmente, altamente empático (empatia é uma discussão que quero trazer a vocês num próximo texto, porque ela é a base de toda a transformação que estamos vendo nesse novo mundo do trabalho);

(2) a acessibilidade tecnológica das últimas duas décadas, influenciando comportamentos, hábitos de consumo e volume de dados e informações disponíveis, em qualquer área do conhecimento;

(3) a transversalização como marca de uma nova geração de processos, produtos e serviços, onde profissões, especialidades e tecnologias interagem de forma diferente, demandando formações híbridas e perfis profissionais mais flexíveis e empáticos (olha a empatia aí de novo!).

Para quem ainda não sabe bem o que é o tal “híbrido”, vou dar um exemplo que mostra o quanto já somos híbridos: as atividades bancárias que você usa, são híbridas. Isso significa que parte delas são mediadas por tecnologias e à distância da sua agência bancária (aplicativos de smartphones, caixas eletrônicos), e a outra parte é possível somente com sua presença no banco. Isso é hibridismo, e isso é o futuro da Educação… Concordam? Vamos continuar analisando os fatos.

 

A segunda regra é conhecer o que estabelece o atual status quo desse tema, ou seja, aquilo que o faz ser o que é, nos dias de hoje.

No caso da Educação Superior, já mencionamos a legislação em texto anterior, mas agora cabe destacar um fato novo, que corrobora para a transformação total do futuro das salas de aula: a nova Base Nacional Curricular Comum (BNCC) que transforma a visão do processo de “educar e formar”, bem diferente de “ensinar e diplomar”. Divergências à parte, a BNCC é uma grande onda de tsunami que compelirá todo o sistema a se repensar e se reorganizar. Ou aprende a nadar e surfar nesse tsunami, ou naufraga e se afoga.

Aprovada (finalmente) agora, em 2017, já tem cronograma de implantação a partir de 2018 (texto final deve ser publicado em breve), e promoverá uma reviravolta na formação da nova geração de estudantes. “Itinerários e eixos formativos”, além dos “mosaicos de aprendizagem”’, são algumas das novas expressões que fazem parte da nova maneira de construir a aprendizagem.

Essas mudanças vão acabar por impactar todo cenário da Educação Básica e seus atores, como estudantes, professores, coordenadores, pais e sociedade. Boa parte delas traz o híbrido – combinação orquestrada didaticamente entre o presencial e o digital – como alavanca para a desejada personalização da aprendizagem. Porém, mais que transformar o modo como a Educação Básica formará o novo estudante, o novo modelo tem o potencial de promover novas atitudes e performance no estudante.

Já a partir de 2019 o Ensino Superior começará a receber estudantes egressos desse novo ensino médio. Após isso, progressivamente até 2027, passaremos por uma transição em que Ensino Superior receberá jovens egressos que cursaram um número progressivamente maior de anos de estudo sob a égide dessa nova BNCC.

 

Portanto, existem dois pontos de inflexão claros na curva de necessidades de inovação em modelos de aprendizagens ativas, por parte de professores e cursos no Ensino Superior:

(a) 2020, com o começo do aporte de um novo mindset estudantil, embora com apenas dois anos de vivência nesse novo ensino médio;

(b) 2028, quando todos os estudantes que passarem ao Ensino Superior serão egressos de uma nova Educação Básica, regida pela nova BNCC.

Com esse cenário em mente, vamos à última regra: acompanhar e conhecer os elementos de inovação incremental e disruptiva que são intervenientes sobre o status quo do tema. Bom, é aqui que o hibridismo atual se expande e se associa a outras tecnologias educacionais incrementais, mas com fortes tendências disruptivas.

Se em cerca de três anos (2020) os estudantes formados por, e dentro de, uma prática educacional diferente chegarão à sala de aula universitária, a própria sala de aula já precisa ter sido ressignificada. Hoje já se praticam os “espaços de aprendizagem”, elas perdem suas paredes e ganham o mundo, porque os estudantes não irão mais às aulas em busca de “conteúdo”. Conteúdo, de tudo em todas as áreas, é farto e abundante, e está a um clique dos dedos e na palma das mãos.

Então, nesse futuro híbrido, porque irão os estudantes para as aulas, as salas, as universidades?

Pelo mesmo motivo que os jovens buscavam seguir e aprender com Sócrates e Aristóteles, na antiguidade: porque o maior valor de um professor é sua expertise em transmutar conteúdo para conhecimento, conhecimentos para significação, significação para insights, e insights para inovação.

De uma certa maneira, o hibridismo na Educação terá o potencial de nos levar de volta à Grécia antiga, quando nasceu o sentido do “professar”, e assim, do “professor”. Nesse futuro híbrido, nós professores abandonaremos as práticas de “repetir conteúdo” e assumiremos atitudes que reverberam para o tutorar, o inspirar, o engajar, e o dividir responsabilidades, no processo de formação profissional. Literalmente, passaremos a desenhar trilhas de aprendizagem.

É por isso que o Futuro da Educação, no Brasil, é híbrido e começa em 2019, tendendo a uma grande virada (disruptiva, talvez) aproximadamente em 2028.

Entre esses momentos, competências para trabalhar entre o presencial e o digital serão requisitos básicos para a nova geração de profissionais da Educação. Aliás, essa não será mais uma geração de “professores que professam”, mas uma geração de designers educacionais, ou desenhistas de aprendizagens integrativas e significadas. Uma competência muito diferente, e muito mais ampliada, do que o atual Designer Instrucional.

O presente já é híbrido, afinal. O que deve acontecer é que, num breve futuro, toda a nossa vida, incluindo a Educação, será completamente híbrida e pautada em novos e diferentes paradigmas. Cabe a nós abrir os olhos para os sinais à nossa volta e “droparmos” esse tsunami. Educação é nossa praia e aprender a surfar, desde já, é a conclusão desse nosso exercício.

 

Fonte: O Futuro das Coisas

O Brasil está pronto para a indústria 4.0?

Peças são soldadas por robôs em linha de montagem de automóveis: indústria 4.0 é caracterizada por processos de produção totalmente digitalizados (Getty Images)

O Brasil está pronto para a indústria 4.0?

O que é indústria do futuro para você? Esqueça todas as ideias de um ambiente cibernético distante da realidade atual. Em países como Estados Unidos e Alemanha, todas as decisões no chão de fábrica já são tomadas pelas próprias máquinas, a partir de informações fornecidas em tempo real. A quarta revolução industrial já começou e empresas de todo o mundo correm contra o tempo para entrar na era da chamada indústria 4.0.

Estamos falando aqui de uma nova lógica de produção que nasceu na Alemanha, em 2011, e deu início ao processo de digitalização da operação industrial. A união do conceito de internet das coisas com a automatização industrial gera inteligência à manufatura e um universo de possibilidades para diferentes fabricantes. Máquinas interconectadas conversam e trocam comandos entre si, armazenam dados na nuvem, identificam defeitos e fazem correções sem precisar de ajuda.

E o Brasil? Em que estágio está nesse movimento? Muitas indústrias brasileiras já automatizaram seus processos, mas ainda não alcançamos a manufatura digital. “A indústria 4.0 é composta por duas vertentes: processos integrados que garantem a produção customizada e produtos inovadores. O Brasil precisa ainda andar muito nesses dois sentidos. Temos poucos setores competitivos em escala global”, afirma o professor Eduardo de Senzi Zancul, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

Algumas indústrias brasileiras saíram na frente, com projetos que podem ser considerados 4.0. Veja o caso da Ambev. Em 2015, a multinacional de bebidas adotou um sistema de automação para melhorar o controle do processo de resfriamento da cerveja e reduzir as variações de temperatura, evitando, assim, o desperdício de energia. A tecnologia já está em oito cervejarias da empresa e a previsão é expandir o uso para outras unidades ao longo deste ano.

Na Volkswagen Brasil, todos os projetos nascem a partir de um modelo digital. Os produtos são simulados em ambiente 3D, o que acelera o processo, garante flexibilidade, otimiza o tempo de produção e ainda abre postos de trabalho altamente qualificados. A Volkswagen tem investido em software, hardware e treinamento para que os funcionários passem a lidar com essa nova realidade. Cinco novas iniciativas nas fábricas brasileiras já permitiram uma economia para a empresa de 93 milhões de reais em dois anos.

“A indústria 4.0 cria uma produção em rede mais precisa, de baixo custo, e permite personalizações em massa com velocidade”, afirma Rosane Prado, diretora da área de digital da consultoria Innovative. As máquinas podem reproduzir diferentes modelos de um produto em sequência, sem qualquer necessidade de parada para reconfiguração.

A intenção é que o consumidor possa escolher um carro de cor diferente, por exemplo. Ainda na linha de montagem, aquele automóvel já teria um dono, pois as máquinas podem receber o pedido e fazer as customizações necessárias. “Tradicionalmente, a produção industrial acontece em lotes muito grandes. Mas, com a digitalização, cada produto é único na linha de produção”, diz Zancul.

Essa é uma realidade possível em países como Alemanha e Estados Unidos, porque existem grandes projetos e iniciativas com participação do governo e da iniciativa privada. Nos Estados Unidos, foi criada a organização sem fins lucrativos Smart Manufacturing Leadership Coalition (coalização para a liderança em indústria inteligente, em tradução livre) para mostrar, com a ajuda de pesquisas, os benefícios da manufatura avançada e facilitar sua adoção.

Investir em inovação e em educação é uma das principais formas de reverter o cenário brasileiro, até mesmo para aumentar a compreensão do que é digitalização. “Já existem instituições, empresas e universidades trabalhando em torno da indústria 4.0. Mas o movimento ainda está disperso. Não temos um grande projeto para agregar esforços e gerar massa crítica de mão de obra, de qualificação e de mercado”, afirma Zancul.

Para competir globalmente, a indústria nacional deve aumentar sua produtividade e sua participação na economia brasileira. “As empresas precisam fazer uma transformação digital tanto em hardware quanto em software para ter uma integração completa de todos os processos”, diz Rosane, da Innovative. Disposição e vontade não faltam, mas o Brasil precisa ousar para dar um salto de desenvolvimento e entrar para valer na nova era da indústria 4.0.

 

Fonte: EXAME

Saiba o que é indústria 4.0

Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS

Saiba o que é indústria 4.0

A indústria 4.0 engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação, aplicadas aos processos de manufatura. A mudança é nomeada de 4.0 por ser considerada a quarta grande revolução da indústria. Veja o que caracteriza cada uma delas:

1ª Revolução Industrial (1780) – Aprimoramento das máquinas a vapor, criação do tear mecânico.

2ª Revolução Industrial (1870)
– Utilização do aço, da energia elétrica, motores elétricos e dos combustíveis derivados do petróleo.

3ª Revolução Industrial (1970) – Avanço da eletrônica, sistemas computadorizados e robóticos para manufatura.

4ª Revolução industrial (anos 2000) – Sistemas cyber-físicos, aplicação da internet das coisas e processos de manufatura descentralizados.

 

OS TIPOS DE INDÚSTRIA

As indústrias podem ser de vários tipos. A denominação mais comum é a de indústria manufatora, que modifica os produtos naturais por meio de trabalho manufatureiro ou mecânico. As indústrias de base são aquelas que servem de base para outras indústrias, fornecendo matéria-prima e máquinas. Já as indústrias de ponta são responsáveis pela montagem final de um conjunto de peças provenientes de outras indústrias.

Alguns setores da produção industrial são voltados para a extração de produtos da terra ou do mar: são as indústrias extrativas. Aqueles voltados para a exploração das jazidas, minas, pedreiras, afloramentos fazem parte da indústria mineral. Quando se explora o campo e outros produtos da terra, fala-se então da indústria agropecuária.

 

CATEGORIAS

Indústrias de bens de produção ou de base – São indústrias que transformam a matéria-prima bruta em matéria-prima para outras indústrias como, por exemplo, as siderúrgicas, que transformam o minério de ferro em aço, que, por sua vez, é utilizado em diversas indústrias.

Indústrias de bens de capital ou bens intermediários – São indústrias que produzem máquinas, ferramentas e instrumentos para outras indústrias.

Indústrias de bens de consumo – São aquelas que produzem produtos para o consumo final da população. Os bens de consumos são divididos em duráveis (indústrias de alimentos, vestuário, bebidas, impressos) e Não-duráveis (indústrias de eletrodomésticos, móveis, automóveis, informática).

 

Fonte: ANotícia

Automação Industrial em EAD tem nova turma em Campina Grande

20161123_202223O Curso de Automação Industrial do SENAI (Modalidade Educação a Distância – EAD) ministrado no CFP Stenio Lopes, em Campina Grande, iniciou as atividades de mais uma turma. Com esta já são cinco turmas formadas, sendo quatro de Nível Técnico (Eletroeletrônica, Redes Computadores e duas de Automação), além da Qualificação Profissional – Supervisão Inovadora.

O curso Automação Industrial em EAD, iniciado no dia 23 último, possui carga horária de 1.360 h/aula, sendo 272 horas de encontros presenciais e 1.088 horas em Plataforma online. Os encontros ocorrem no turno da noite e têm por finalidade avaliar os alunos quanto aos conteúdos e as atividades estudadas no ambiente virtual. O curso prepara profissionais para atuar no desenvolvimento de sistemas de controle e automação, programar e manter equipamentos e dispositivos, respeitando procedimentos e normas técnicas.

O mecânico de termoelétrica, Janair da Silva, aluno EAD explica porque preferiu a modalidade. “Por trabalharmos por turnos, nossos horários nem sempre nos permitem frequentar um curso em tempo integral. Por isso a modalidade EAD representa para nós uma grande oportunidade de formação profissional”, afirma. Já para a aluna Patrícia Nepomuceno – Técnica em Segurança do Trabalho, a escolha do curso EAD em Automação Industrial teve base no desejo de alinhar conhecimentos a rotinas trabalhistas na empresa, “Como já atuo no setor de mecânica na empresa onde estou contratada, busco também compreender melhor as ações desenvolvidas pelos demais funcionários. Esse conhecimento me permitirá avaliar melhor e evitar maiores riscos de acidentes durante o trabalho”, destacou.

Os egressos dos cursos EAD do SENAI têm por garantida certificação reconhecida nacionalmente, valorização profissional no mercado de trabalho, flexibilidade de horário para estudar, monitoria contínua, aprendizagem virtual intuitiva, material didático exclusivo com conteúdos de excelência, apoio de professores especialistas, momentos presenciais para a prática profissional e excelente estrutura física.

Os pré-requisitos para participar dos cursos EAD, além de ter acesso à internet, são: ter idade entre 16 e 18 anos possuir ensino médio completo ou estar cursando e ter disponibilidade para participar dos encontros presenciais, assim como também das aulas práticas em laboratório ou por meio de visitas técnicas.

Informações adicionais, ligue (83) 2101-5379 ou acesse senaiead.fiepb.org.br

Colaboração texto/foto: Gilbran Kalil

Novos Cursos EAD do SENAI Paraíba começam este mês

 

ead2A partir deste mês de setembro, o SENAI/PB estará oferecendo 64 novos cursos sendo 14 técnicos, e 50 cursos de qualificação, a exemplo de menor impacto na rotina de trabalho, aumento nos índices de competitividade, além de cursos customizados.

Também este mês a partir do dia 12, o SENAI estará oferecendo, apenas em Campina Grande, os seguintes cursos EAD: Técnico em Automação Industrial, Técnico em Eletroeletrônica, Técnico em Redes de Computadores. Para estes cursos, em Campina Grande, as aulas serão ministradas por meio da Unidade CEP Stenio Lopes.

Com carga horária de 1.200 horas/aula, sendo 240 presenciais e 960 a distância, o curso Técnico em Automação Industrial  tem por objetivo habilitar profissionais com competências necessárias para atuar no desenvolvimento de sistemas de controle e automação, implementar e manter equipamentos e dispositivos, respeitando procedimentos e normas técnicas. O curso será ministrado nos expedientes da manhã e tarde.

Também com carga horária de 1.200h/aula, sendo 240 presenciais e 960 a distância, o curso técnico de Eletroeletrônica tem por objetivo desenvolver, instalar e manter sistemas eletroeletrônicos de acordo com procedimentos e normas técnicas, ambientais, de qualidade, de saúde e segurança no trabalho. O curso será ministrado nos expedientes da manhã e tarde.

Já o curso Técnico em Redes de Computadores, também possui 1.200 horas/aula, sendo 240 presenciais e 960 a distância e tem por objetivo habilitar profissionais para programar e manter infraestrutura, equipamentos de acesso, sistemas operacionais e serviços de redes, aplicando normas segurança de rede e padrões técnicos, de acordo com normas de qualidade, de saúde e segurança do trabalho e preservação ambiental. O curso será ministrado nos expedientes da manhã e tarde.

Os mesmos cursos serão, em breve, ministrados também em João Pessoa, por meio da Unidade CEP Odilon Ribeiro Coutinho. Informações pelos fones: (83) 3182-3700 – Campina Grande e (83) 3044-6611, em João Pessoa.

Primeira Chamada – Programa SENAI de Capacitação Docente/PB

Veja listagem dos selecionados no Edital SENAI UNIEP 1/2016 – Cursos EAD

PSCD – Programa SENAI de Capacitação Docente/PB.

CANDIDATOS SELECIONADOS – EDITAL UNIEP – SENAI 1a chamada[errata]

Campanha do SENAI oferece desconto de 30% em cursos técnicos

senai amigo imagem matériaDiante de um mundo globalizado e um mercado exigente e competitivo, a indústria busca profissionais qualificados e com ampla bagagem de conhecimento e formação técnica. É neste cenário que a Educação Profissional do SENAI surge como uma das grandes referências em cursos de qualificação, capacitação e aperfeiçoamento profissional.

Pensando em ampliar as chances dos profissionais terem acesso ao ensino profissional de qualidade, o SENAI lançou uma campanha promocional com a oferta de mais de 100 cursos técnicos em todo Estado da Paraíba.

A Campanha “SENAI Amigo” foi lançada neste mês de julho, quando se comemora o Dia da Amizade. Para desfrutar dos benefícios da campanha, os jovens aspirantes ao mercado de trabalho ou profissional em busca de qualificação, devem levar um amigo que também esteja interessado em fazer um curso do SENAI e no ato da matrícula os dois ganharão 30% de desconto no valor do curso.

Desta forma, o SENAI espera elevar o número de matrículas nos cursos técnicos ofertados pela instituição e assim contribuir para o aumento de mão de obra qualificada para a indústria, com a garantia da excelência da Educação Profissional desenvolvida pela instituição.

Desde que foi criado, o SENAI tem a preocupação de aprimorar os cursos, ampliar o leque de oferta e garantir um certificado de excelência para os alunos, uma vez que a educação é um dos alicerces principais do desenvolvimento.

A campanha se estenderá até o dia 20 de agosto. Os interessados podem entrar em contato com as unidades do SENAI no Estado para maiores informações ou esclarecer dúvidas sobre a campanha. Informações gerais sobre a campanha pelo telefone (83) 2101-5379.

Sem fronteiras: SENAI oferece Cursos à Distância

shutterstock_375473107Para quem deseja especializar-se em determinada área de atuação e conquistar boas oportunidades de emprego, mas não dispõe de muito tempo para se capacitar, o SENAI Paraíba oferta excelentes opções de estudo: trata-se do Ensino à Distância – EAD.

O SENAI Paraíba oferece mais de 50 cursos EAD em 7 Áreas Tecnológicas. Os cursos ofertados são para as modalidades Qualificação e Cursos Técnicos.

Na modalidade Qualificação, existem cursos ofertados para as áreas tecnológicas de Couro e Calçados, Infraestrutura, Tecnologia da Informação, Construção Civil e Materiais, Automotiva e Gestão, com carga horária de 160 a 300 horas.

Já na modalidade Cursos Técnicos, os cursos oferecidos são para Técnico em Automação Industrial, Técnico em Controle Ambiental, Técnico em Calçados, Técnico em Edificações, Técnico em Eletroeletrônica, Técnico em Manutenção e Suporte em Informática, Técnico em Redes de Computadores e Técnico em Segurança do Trabalho. A carga horária dos cursos técnicos varia de 800 a 1.300 horas.

Dentre as vantagens de realizar um curso à distância pelo SENAI PB estão: certificação reconhecida nacionalmente, valorização profissional no mercado de trabalho, flexibilidade de horário para estudar, monitoria contínua, aprendizagem virtual intuitiva, material didático exclusivo com conteúdos de excelência, apoio de professores especialistas, momentos presenciais para a prática profissional e excelente estrutura física.

Todos os cursos EAD do SENAI possuem 20% de carga horária presencial, ou seja, encontros presenciais semanais para o desenvolvimento da Prática Profissional. As aulas presenciais acontecem na Unidade do SENAI responsável por cada curso. São elas:

  • Centro de Inovação e Tecnologia Industrial – CITI: Av. Assis Chateaubriand, 4585 – Distrito Industrial. Contato: (83) 3182-0221
  • Centro de Ações Móveis – CAM: Av. Assis Chateaubriand, 4585 – Distrito Industrial. Contato: (83) 3182-0221
  • Centro de Tecnologia do Couro e do Calçado Albano Franco – CTCC: Rua Luiz Motta, 200 – Bodocongó. Contato: (83) 3182-5510;
  • Centro de Educação Profissional Prof. Stenio Lopes – CEPSL: Rua D. Pedro II, 788 – Prata. Contato: (83) 3182-3707;
  • Centro de Tecnologia da Moda – CTMODA: Av. Assis Chateaubriand, 4585 – Distrito Industrial. Contato: (83) 3182-0229;
  • Centro de Educação Profissional Odilon Ribeiro Coutinho – ORC: Av. das Indústrias – Distrito Industrial de João Pessoa. Contato: (83) 3044-6601;
  • Centro de Formação Profissional José William Lemos Leal – JWLL: Rua Senador Humberto Coutinho de Lucena Bairro SESI, 133. Contato: (83) 2108-8708.

 

Informações adicionais sobre os cursos, Unidades do SENAI e inscrições podem ser obtidas no www.senaiead.fiepb.org.br ou através do telefone: (83)2101-5379.

 

6 motivos para você fazer um curso de educação a distância do SENAI

Estudar pela internet pode ser mais prático para você que não tem muito tempo disponível. O SENAI oferece mais de 300 cursos de EAD em 20 áreas tecnológicas. Conheça algumas razões para optar por essa modalidade.

1. Tecnologia e recursos didáticos
Você passa a dominar a tecnologia da indústria estudando com livros didáticos especialmente elaborados para o ensino a distância, além do material online, com conteúdos atualizados e direcionados para você que quer se preparar para ingressar no setor produtivo. O aprendizado é feito com simuladores, vídeos, animações e aplicativos digitais. No mundo virtual são apresentados desafios semelhantes aos que você irá encontrar no dia a dia do trabalho.

2. Tutoria e acompanhamento
Os cursos a distância preparam você para trabalhar na indústria com profissionais experientes que entendem bem do assunto. Eles foram selecionados e capacitados para atuar como tutores e são especialistas nas áreas tecnológicas. Durante o processo de aprendizagem, você pode acioná-los para dar suporte no uso do ambiente virtual. Todo o trabalho desses profissionais é supervisionado por coordenadores técnicos e pedagógicos do SENAI.

3. Práticas presenciais
Você fará atividades práticas importantes para sua formação como profissional da indústria nos laboratórios e oficinas dos polos de educação a distância do SENAI. No mínimo 20% da carga horária dos cursos técnicos e dos cursos de qualificação a distância são presenciais. Uma vez por semana você se reunirá com colegas de turma para realizar atividades práticas com equipamentos e máquinas, fazer avaliações e outras dinâmicas necessárias ao desenvolvimento das capacidades técnicas do seu curso.

4. Mercado de trabalho
Os cursos a distância do SENAI preparam você para o mercado de trabalho. Comitês formados por representantes das empresas e especialistas de cada área tecnológica identificam as reais necessidades do setor produtivo. É feito um levantamento da carência de mão de obra qualificada nas empresas no momento e quais são as perspectivas para os próximos anos. Também são definidos os currículos, com conhecimentos e capacidades para serem trabalhados nas oficinas, nos laboratórios, nas salas de aula e no ambiente virtual de aprendizagem. Essa é a mesma metodologia utilizada nos cursos presenciais, garantindo que os cursos a distância do SENAI impulsionem a sua carreira.

5. Flexibilidade
O aluno tem a autonomia de gerenciar o próprio tempo fazendo cursos a distância do SENAI. A vivência de estudar pela internet vai ajudar você a organizar seus horários. Além disso, poderá dedicar mais tempo para ler os livros e realizar as atividades no ambiente virtual de aprendizagem. O perfil de autonomia para alcançar objetivos bem definidos, que é desenvolvido durante o curso a distância, é muito valorizado durante os processos seletivos de emprego e essencial para quem optar por uma carreira empreendedora. Os cursos de qualificação têm duração de quatro meses e, os técnicos, de até dois anos.

6. Economia
O tempo é tão valioso que deve ser usado para fazer as coisas mais importantes. Troque as horas por semana que você gastaria no trânsito para ir muitas vezes à sala de aula por mais tempo estudando nos cursos a distância do SENAI. A economia que você tem com menos deslocamentos permite conciliar o curso a distância com o trabalho e com outros estudos. Você estará em contato com os colegas e com os professores por meio do ambiente virtual de aprendizagem sem precisar se deslocar para a escola todos os dias. Terá também um encontro presencial por semana para realizar atividades práticas em laboratórios e oficinas com a melhor infraestrutura tecnológica e para as avaliações.

Por Agências de Notícias CNI.